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Produtividade , Eficiência

Relatório de Habilidades 2026: IA e Tomada de Decisão nas Empresas

01 de Julho de 2026 - 18h07m

Nos últimos anos, a IA dominou praticamente todas as discussões sobre inovação. Organizações passaram a investir milhões em ferramentas inteligentes, automações e assistentes capazes de produzir textos, criar imagens, desenvolver códigos, analisar dados e executar tarefas antes realizadas exclusivamente por pessoas.

No entanto, um novo cenário começa a surgir.

O verdadeiro diferencial competitivo já não está apenas em possuir acesso à inteligência artificial.

A grande pergunta passa a ser:

Quem conseguirá transformar toda essa informação em decisões melhores?

Essa é justamente uma das principais conclusões apresentadas pelo Relatório de Habilidades 2026 da Coursera, divulgado em parceria com especialistas do mercado global e repercutido pela DOT Digital Group.

O estudo demonstra que, embora habilidades relacionadas à IA continuem crescendo rapidamente, competências como pensamento crítico, análise de dados, resolução de problemas complexos e tomada de decisão aparecem entre as mais importantes para os próximos anos.

Em outras palavras:

Ter IA será comum.

Saber utilizá-la estrategicamente será raro.

 

A democratização da Inteligência Artificial mudou completamente o mercado

Até poucos anos atrás, tecnologias avançadas estavam restritas às grandes empresas.

Hoje qualquer organização pode utilizar ferramentas como:

  • ChatGPT
  • Microsoft Copilot
  • Google Gemini
  • Claude
  • Perplexity
  • Notion AI
  • GitHub Copilot

Pequenas empresas possuem praticamente o mesmo acesso às tecnologias que multinacionais.

Isso significa que a tecnologia deixou de ser um diferencial exclusivo.

Imagine duas empresas concorrentes.

Ambas utilizam exatamente as mesmas ferramentas de IA.

As duas automatizam tarefas.

As duas geram documentos automaticamente.

As duas produzem apresentações.

As duas utilizam inteligência artificial para responder clientes.

Quem terá melhores resultados?

A resposta não depende da ferramenta.

Depende da qualidade das decisões tomadas pelos gestores.

É exatamente nesse ponto que muitas empresas ainda enfrentam dificuldades.

 

O excesso de informação nunca foi tão grande

Vivemos uma era em que praticamente tudo gera dados.

Uma empresa produz informações provenientes de:

  • ERP
  • CRM
  • Sistema financeiro
  • Controle de ponto
  • RH
  • Atendimento
  • Marketing
  • Comercial
  • Plataformas de produtividade
  • Ferramentas de colaboração
  • Inteligência Artificial

O problema deixou de ser a falta de dados.

O problema passou a ser:

O que fazer com eles?

Ter centenas de dashboards não significa compreender o que realmente está acontecendo.

Ter dezenas de indicadores não garante melhores decisões.

Muito pelo contrário.

Diversas organizações sofrem com aquilo que especialistas chamam de paralisia por análise.

Existe tanta informação disponível que os gestores simplesmente deixam de agir.

Enquanto isso, empresas orientadas por dados conseguem identificar tendências, antecipar problemas e agir rapidamente.

 

O Relatório de Habilidades 2026 mostra uma mudança importante

Segundo o relatório divulgado pela Coursera, o mercado está vivendo uma transformação significativa.

Durante muitos anos, habilidades técnicas eram suficientes para diferenciar profissionais.

Hoje isso mudou.

As competências mais valorizadas passaram a combinar tecnologia com capacidades humanas.

Entre elas destacam-se:

  • Pensamento crítico
  • Tomada de decisão
  • Resolução de problemas
  • Inteligência analítica
  • Comunicação
  • Liderança
  • Adaptabilidade
  • Alfabetização em IA
  • Ciência de dados
  • Cibersegurança

Perceba um detalhe interessante.

Mesmo entre habilidades altamente tecnológicas, praticamente todas dependem de uma boa capacidade de análise.

A IA fornece respostas.

Mas continua sendo responsabilidade das pessoas decidir:

  • Qual informação utilizar.
  • Quando agir.
  • Como agir.
  • Quais riscos assumir.
  • Quais prioridades estabelecer.

 

IA responde perguntas. Líderes tomam decisões.

Existe um equívoco bastante comum acontecendo nas empresas atualmente.

Muitos acreditam que a inteligência artificial irá substituir completamente o processo decisório.

Na prática isso dificilmente acontecerá.

A IA é excelente para:

  • resumir informações;
  • identificar padrões;
  • organizar grandes volumes de dados;
  • gerar hipóteses;
  • automatizar atividades repetitivas.

Entretanto, ela não conhece completamente o contexto específico de cada organização.

Ela não entende:

  • a cultura da empresa;
  • os objetivos estratégicos;
  • as limitações financeiras;
  • o comportamento dos clientes;
  • as prioridades da liderança.

Esses fatores continuam dependendo do julgamento humano.

Por isso, o profissional mais valorizado da próxima década provavelmente não será aquele que simplesmente domina ferramentas de IA.

Será aquele capaz de combinar inteligência artificial, experiência prática e dados reais para tomar decisões melhores.

 

O verdadeiro ativo das empresas continua sendo a qualidade das decisões

Pense em duas empresas com exatamente os mesmos recursos.

As duas possuem:

  • o mesmo número de colaboradores;
  • o mesmo faturamento;
  • os mesmos sistemas;
  • as mesmas ferramentas de IA.

Mesmo assim, uma cresce continuamente enquanto a outra enfrenta dificuldades.

Por quê?

Na maioria dos casos, a diferença está na qualidade das decisões.

Decisões melhores impactam diretamente:

  • produtividade;
  • lucratividade;
  • retenção de talentos;
  • satisfação dos clientes;
  • eficiência operacional;
  • velocidade de execução.

Empresas vencedoras normalmente não trabalham com mais informações.

Elas trabalham com informações mais relevantes.

 

A produtividade deixou de ser medida apenas por horas trabalhadas

Durante décadas, produtividade era associada ao tempo.

Quanto mais horas uma pessoa permanecesse trabalhando, maior seria sua contribuição.

Hoje sabemos que isso não corresponde à realidade.

Diversos estudos internacionais demonstram que jornadas longas nem sempre geram melhores resultados.

Na verdade, podem produzir o efeito contrário:

  • fadiga;
  • retrabalho;
  • erros;
  • queda na criatividade;
  • aumento do absenteísmo;
  • redução da qualidade.

O foco moderno deixa de ser:

Quantas horas foram trabalhadas?

E passa a ser:

O que realmente foi produzido durante esse tempo?

Essa mudança altera completamente a forma como gestores acompanham suas equipes.

 

Dados substituem percepções

Imagine um gestor perguntando:

"Minha equipe está sendo produtiva?"

Existem duas formas de responder.

A primeira:

"Eu acho que sim."

A segunda:

"Os dados mostram exatamente como o tempo está sendo utilizado."

Existe uma diferença enorme entre opinião e evidência.

É justamente por isso que empresas orientadas por dados conseguem evoluir mais rapidamente.

Elas deixam de tomar decisões baseadas em percepções individuais e passam a utilizar indicadores concretos.

Esse conceito vale para praticamente todas as áreas da empresa:

  • RH
  • Comercial
  • Financeiro
  • Operações
  • Atendimento
  • Tecnologia

Quanto maior a disponibilidade de dados confiáveis, maior tende a ser a qualidade das decisões estratégicas.

 

O pensamento crítico tornou-se a habilidade mais valiosa da era da IA

Quando a inteligência artificial começou a ganhar espaço no ambiente corporativo, muitos especialistas acreditavam que as habilidades técnicas seriam praticamente as únicas exigências do mercado. Aprender a utilizar ferramentas de IA parecia suficiente para acompanhar a transformação digital.

Entretanto, o Relatório de Habilidades 2026 da Coursera aponta para uma realidade diferente.

Embora competências relacionadas à inteligência artificial continuem crescendo rapidamente, as empresas estão percebendo que existe uma habilidade ainda mais importante: o pensamento crítico.

Mas por quê?

Porque a IA produz respostas. Já o pensamento crítico determina se essas respostas fazem sentido.

Imagine um gestor que solicita à inteligência artificial uma análise sobre o desempenho de sua equipe. Em poucos segundos, a ferramenta entrega gráficos, indicadores e recomendações.

O próximo passo não depende mais da tecnologia.

Depende da capacidade humana de interpretar aquelas informações.

O gestor precisa avaliar:

  • Os dados refletem a realidade da empresa?
  • Existe algum fator externo influenciando os resultados?
  • Há sazonalidade envolvida?
  • O problema é operacional ou estratégico?
  • Vale a pena investir recursos para resolver essa situação?

Perceba que nenhuma dessas decisões pode ser tomada exclusivamente por uma ferramenta.

É justamente nesse ponto que profissionais capazes de analisar informações, identificar relações entre diferentes indicadores e tomar decisões fundamentadas passam a gerar muito mais valor para as organizações.

 

A diferença entre empresas orientadas por dados e empresas orientadas por opiniões

Existe uma frase bastante conhecida no universo da gestão:

"Sem dados, você é apenas mais uma pessoa com uma opinião."

Embora pareça simples, essa afirmação resume um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas atualmente.

Ainda existem organizações que tomam decisões importantes baseadas apenas em percepções.

É comum ouvir afirmações como:

  • "Acredito que nossa equipe esteja produzindo bem."
  • "Parece que o setor comercial está sobrecarregado."
  • "Tenho a impressão de que as reuniões estão consumindo muito tempo."
  • "Imagino que o trabalho remoto reduziu a produtividade."

Todas essas frases possuem algo em comum.

São hipóteses.

Hipóteses podem estar corretas.

Mas também podem estar completamente erradas.

Empresas orientadas por dados trabalham de forma diferente.

Antes de decidir, elas procuram responder perguntas como:

  • Quanto tempo realmente está sendo investido em cada atividade?
  • Quais departamentos apresentam maior produtividade?
  • Existem horários de maior concentração?
  • Quais aplicativos consomem mais tempo?
  • Onde estão ocorrendo desperdícios operacionais?

A partir dessas respostas, a tomada de decisão deixa de ser intuitiva e passa a ser estratégica.

 

O custo invisível das decisões tomadas sem informação

Toda decisão possui consequências.

Algumas são positivas.

Outras geram custos que muitas empresas sequer conseguem identificar.

Imagine uma organização que acredita precisar contratar cinco novos colaboradores.

Após analisar dados detalhados da operação, percebe-se que o problema não era falta de pessoas.

Na realidade, boa parte do expediente estava sendo consumida por atividades repetitivas, processos ineficientes ou retrabalho.

Nesse cenário, uma contratação precipitada aumentaria apenas os custos da empresa.

O mesmo acontece em diversas situações do cotidiano corporativo.

Sem dados confiáveis, gestores podem:

  • contratar mais pessoas do que realmente precisam;
  • investir em treinamentos inadequados;
  • adquirir ferramentas que não resolvem o problema;
  • aumentar jornadas de trabalho desnecessariamente;
  • criar processos ainda mais burocráticos.

Cada uma dessas decisões gera impactos financeiros significativos.

Por isso, empresas mais maduras buscam reduzir a incerteza antes de agir.

 

A inteligência artificial potencializa quem já toma boas decisões

Existe outro ponto interessante revelado pelas mudanças do mercado.

A inteligência artificial não substitui bons gestores.

Ela potencializa gestores competentes.

Pense em dois profissionais utilizando exatamente a mesma ferramenta de IA.

O primeiro aceita todas as respostas sem questionar.

O segundo analisa criticamente cada recomendação, compara com indicadores internos, consulta dados históricos e considera o contexto da empresa antes de agir.

Quem terá melhores resultados?

Muito provavelmente o segundo.

A tecnologia acelera processos.

Mas continua sendo a qualidade do julgamento humano que determina o sucesso das decisões.

É por isso que especialistas afirmam que a próxima vantagem competitiva não estará na ferramenta utilizada, mas na capacidade das pessoas de interpretar informações e agir estrategicamente.

 

O papel da liderança mudou definitivamente

Durante muitos anos, líderes eram valorizados principalmente por sua experiência.

Hoje, experiência continua sendo importante.

Mas ela precisa ser complementada por informações confiáveis.

Liderar na era digital significa:

  • interpretar indicadores;
  • compreender tendências;
  • identificar riscos rapidamente;
  • agir antes que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.

Na prática, o gestor moderno passa menos tempo procurando informações e mais tempo utilizando essas informações para orientar sua equipe.

Essa mudança altera completamente a forma como empresas desenvolvem suas lideranças.

Não basta ensinar técnicas de gestão.

É necessário desenvolver profissionais capazes de trabalhar com dados, tecnologia e inteligência artificial de maneira integrada.

 

O RH assume um papel muito mais estratégico

Talvez nenhuma área tenha passado por uma transformação tão grande quanto Recursos Humanos.

Durante décadas, o RH foi visto principalmente como um setor operacional.

Folha de pagamento.

Admissões.

Demissões.

Controle de ponto.

Benefícios.

Hoje esse cenário mudou.

As organizações esperam que o RH participe ativamente das decisões estratégicas.

Isso significa responder perguntas como:

  • Nossa equipe está sobrecarregada?
  • Existem sinais de queda na produtividade?
  • Quais colaboradores apresentam maior risco de desligamento?
  • Estamos distribuindo corretamente a carga de trabalho?
  • Existem gargalos entre departamentos?

Responder essas perguntas exige muito mais do que experiência.

Exige dados.

Quanto maior a capacidade do RH de transformar informações em ações práticas, maior tende a ser sua contribuição para o crescimento da empresa.

 

Dados de produtividade ajudam a identificar oportunidades antes que elas se tornem problemas

Uma característica comum entre empresas de alto desempenho é a capacidade de antecipar acontecimentos.

Em vez de esperar que um problema apareça, elas procuram identificar sinais precoces.

Por exemplo:

Uma redução gradual na produtividade de determinado setor pode indicar:

  • excesso de reuniões;
  • processos ineficientes;
  • dificuldades com ferramentas;
  • necessidade de treinamento;
  • sobrecarga de trabalho.

Sem indicadores, essas situações normalmente são percebidas apenas quando os resultados financeiros começam a piorar.

Com acompanhamento contínuo, torna-se possível agir muito antes.

Essa é uma das maiores vantagens da gestão baseada em dados.

Ela permite que líderes deixem de ser reativos e passem a atuar de forma preventiva.

 

O maior diferencial competitivo será enxergar aquilo que antes era invisível

Quando analisamos o Relatório de Habilidades 2026 e observamos o comportamento das empresas mais inovadoras do mundo, uma conclusão se torna evidente.

O diferencial competitivo deixou de estar apenas na tecnologia.

Ele está na capacidade de transformar informação em ação.

Empresas que conseguem visualizar claramente como o trabalho acontece no dia a dia possuem muito mais condições de:

  • otimizar processos;
  • reduzir desperdícios;
  • melhorar a produtividade;
  • apoiar o RH;
  • desenvolver lideranças;
  • tomar decisões mais rápidas e assertivas.

Nesse contexto, ferramentas de monitoramento inteligente deixam de ser apenas sistemas operacionais.

Elas passam a fornecer informações essenciais para que gestores compreendam a realidade da empresa e conduzam suas equipes com base em fatos, e não em suposições.

É justamente essa mudança de mentalidade que diferencia organizações preparadas para o futuro daquelas que continuarão tomando decisões baseadas apenas em percepções.

Como construir uma cultura orientada por dados

Se a tomada de decisão será o grande diferencial competitivo da próxima década, surge uma pergunta inevitável:

Como transformar uma empresa tradicional em uma organização orientada por dados?

A resposta não está apenas na tecnologia.

Ela começa pela cultura.

Uma cultura orientada por dados é aquela em que decisões importantes deixam de ser tomadas com base em opiniões isoladas e passam a considerar informações concretas sobre a realidade do negócio.

Isso significa que cada área da empresa precisa desenvolver o hábito de fazer perguntas como:

  • O que os dados mostram?
  • Existe alguma tendência?
  • Estamos medindo os indicadores corretos?
  • Como podemos validar essa hipótese?

Esse tipo de mentalidade reduz erros, aumenta a previsibilidade e melhora significativamente a eficiência operacional.

 

O ciclo da tomada de decisão inteligente

Empresas orientadas por dados costumam seguir um processo relativamente simples.

1. Coletar informações

Tudo começa com a obtenção de dados confiáveis.

Isso inclui informações provenientes de:

  • CRM;
  • ERP;
  • RH;
  • financeiro;
  • atendimento;
  • produtividade;
  • ferramentas digitais;
  • sistemas internos.

Quanto maior a qualidade dessas informações, melhores serão as análises posteriores.

 

2. Organizar os dados

Dados desorganizados geram confusão.

Por isso, empresas de alta performance investem em dashboards, indicadores e plataformas que transformam milhares de registros em informações compreensíveis.

O objetivo não é gerar mais gráficos.

É facilitar a tomada de decisão.

 

3. Interpretar

Esse talvez seja o passo mais importante.

Dois gestores podem observar exatamente o mesmo relatório e chegar a conclusões completamente diferentes.

É aqui que entram habilidades destacadas pelo Relatório de Habilidades 2026, como:

  • pensamento crítico;
  • resolução de problemas;
  • inteligência analítica;
  • comunicação.

Interpretar corretamente os dados tornou-se tão importante quanto produzi-los.

 

4. Agir rapidamente

Empresas bem-sucedidas não esperam meses para reagir.

Quando identificam uma tendência negativa, iniciam imediatamente planos de ação.

Essa velocidade faz toda a diferença.

Pequenos problemas resolvidos rapidamente evitam grandes prejuízos no futuro.

 

5. Medir novamente

A tomada de decisão baseada em dados é um ciclo contínuo.

Após implementar mudanças, é fundamental acompanhar os resultados para verificar se as ações realmente produziram os efeitos esperados.

Caso contrário, ajustes são realizados rapidamente.

 

A produtividade deixou de ser uma percepção

Uma das maiores mudanças dos últimos anos está relacionada ao conceito de produtividade.

Durante muito tempo, gestores avaliavam suas equipes por critérios subjetivos.

Por exemplo:

  • "Ele parece muito ocupado."
  • "Ela participa de muitas reuniões."
  • "Sempre responde rapidamente."

Essas percepções nem sempre representam produtividade real.

Hoje as empresas precisam responder perguntas muito mais objetivas:

  • Quanto tempo está sendo dedicado às atividades produtivas?
  • Existem períodos de ociosidade elevados?
  • Há excesso de interrupções?
  • Quais ferramentas consomem mais tempo?
  • Existem gargalos recorrentes?

Responder essas perguntas permite que líderes façam intervenções muito mais precisas.

 

Onde o Monitoo entra nessa transformação?

É justamente nesse cenário que plataformas como o Monitoo ganham relevância.

Enquanto muitas empresas ainda trabalham baseadas em percepções, o Monitoo fornece dados concretos sobre como o tempo está sendo utilizado durante a jornada de trabalho.

Na prática, gestores deixam de depender apenas de opiniões e passam a visualizar indicadores capazes de apoiar decisões importantes.

Entre as informações que podem ser acompanhadas estão:

  • tempo produtivo;
  • tempo ocioso;
  • utilização de aplicativos;
  • atividades executadas;
  • padrões de trabalho;
  • produtividade por colaborador;
  • produtividade por equipe;
  • indicadores históricos.

Esses dados ajudam líderes a compreender melhor a rotina operacional da empresa sem recorrer a suposições.

 

RH baseado em dados: uma nova realidade

O impacto não se limita aos gestores.

O setor de Recursos Humanos também passa a atuar de maneira muito mais estratégica.

Com acesso a indicadores confiáveis, torna-se possível identificar:

  • colaboradores sobrecarregados;
  • equipes com baixa produtividade;
  • necessidade de treinamentos;
  • distribuição inadequada de atividades;
  • riscos relacionados à saúde ocupacional;
  • excesso de horas extras.

Isso permite que o RH participe ativamente das decisões da empresa, fortalecendo seu papel como parceiro estratégico do negócio.

 

Inteligência Artificial + Dados: a combinação que define o futuro

Existe um ponto importante que muitas empresas ainda não perceberam.

A inteligência artificial depende da qualidade dos dados disponíveis.

Quanto melhores forem as informações fornecidas para a IA, melhores tendem a ser suas respostas.

Por outro lado, quando os dados são incompletos ou imprecisos, até mesmo as ferramentas mais avançadas podem produzir recomendações inadequadas.

Isso reforça uma conclusão importante:

A inteligência artificial não substitui uma boa gestão de dados.

Ela potencializa empresas que já possuem processos estruturados e informações confiáveis.

 

O futuro pertence às empresas que aprendem continuamente

O Relatório de Habilidades 2026 também destaca outro aspecto fundamental.

As mudanças tecnológicas acontecem cada vez mais rapidamente.

Novas ferramentas surgem constantemente.

Modelos de IA evoluem em poucos meses.

Mercados se transformam.

Nesse contexto, empresas precisam desenvolver uma cultura de aprendizado contínuo.

Isso envolve:

  • capacitação constante;
  • atualização tecnológica;
  • desenvolvimento de lideranças;
  • incentivo ao pensamento crítico;
  • adaptação rápida às mudanças.

Organizações que conseguem aprender mais rapidamente tendem a se adaptar melhor aos desafios futuros.

 

Conclusão

Durante muito tempo acreditou-se que a tecnologia seria suficiente para diferenciar empresas.

O cenário atual demonstra exatamente o contrário.

A tecnologia tornou-se acessível.

A inteligência artificial está disponível para praticamente todas as organizações.

O verdadeiro diferencial competitivo passa a ser outro.

A capacidade de transformar dados em decisões inteligentes.

O Relatório de Habilidades 2026, divulgado pela Coursera e repercutido pela DOT Digital Group, reforça essa tendência ao destacar competências como pensamento crítico, resolução de problemas, análise de dados e tomada de decisão entre as mais importantes para os próximos anos.

Empresas que desejam permanecer competitivas precisarão investir não apenas em ferramentas de IA, mas também em pessoas capazes de interpretar informações, identificar oportunidades e agir estrategicamente.

Nesse contexto, soluções como o Monitoo contribuem para tornar a gestão mais transparente e baseada em evidências, oferecendo aos líderes uma visão clara sobre como o tempo está sendo utilizado e onde existem oportunidades de melhoria.

Mais do que acompanhar a transformação digital, o desafio agora é desenvolver uma cultura em que cada decisão seja sustentada por informações confiáveis.

Porque, na nova economia, não vencerá quem tiver mais dados.

Vencerá quem souber utilizá-los melhor.

 

Perguntas Frequentes (FAQ)

O que é o Relatório de Habilidades 2026 da Coursera?

É um estudo internacional elaborado pela Coursera que identifica as competências mais valorizadas pelo mercado de trabalho, considerando tendências globais, evolução tecnológica e necessidades das empresas.

 

A inteligência artificial substituirá gestores?

Não. A IA automatiza tarefas e apoia análises, mas decisões estratégicas continuam dependendo da experiência, do contexto e do pensamento crítico humano.

 

Qual é a habilidade mais importante apontada pelo relatório?

Além das competências relacionadas à IA, destacam-se pensamento crítico, análise de dados, resolução de problemas, adaptabilidade e tomada de decisão.

 

Por que decisões baseadas em dados são importantes?

Porque reduzem subjetividade, aumentam a previsibilidade e permitem que gestores atuem com maior rapidez e precisão.

 

Como o RH pode utilizar dados na gestão?

O RH pode acompanhar produtividade, distribuição de carga de trabalho, horas extras, indicadores de desempenho e identificar oportunidades de desenvolvimento dos colaboradores.

 

O Monitoo utiliza inteligência artificial?

O Monitoo fornece dados detalhados sobre a utilização do tempo e a produtividade das equipes. Essas informações podem servir como base para análises estratégicas e para o uso de soluções de IA na tomada de decisão.

 

Como empresas podem criar uma cultura orientada por dados?

Investindo em indicadores confiáveis, tecnologia adequada, capacitação das equipes e processos que incentivem decisões baseadas em evidências.

 

Fontes

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